Sofrimento devastador

Sofrimento devastador

Leia: 1 Ts 4:13-18 , Jeremias 27–29, Tito 3

…para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. v.13

No dia 4 de novembro de 1970, um acidente de avião tirou a vida da maioria dos participantes do time de futebol de uma universidade norte-americana, da equipe técnica e de muitos líderes daquela comunidade. Perderam-se 75 vidas nesse desastre. Duas pessoas que perderam seus entes queridos foram Paul Griffen e Annie Cantrell. Suas histórias se entrelaçaram porque o filho de Griffen era o noivo de Annie. No ano em que o jovem morreu, a vida deles mergulhou numa dor que parecia insuportável. Por quê? Porque, como Griffen disse a Annie, no filme que representou essa tragédia, “O sofrimento é devastador.”

Ele estava certo, o sofrimento é devastador. Todos nós enlutamos em algum momento — incluindo os que seguem a Cristo. Todavia, para o cristão, existe algo que vai além das lágrimas, da dor e da perda. Existe a esperança.

Ao escrever para uma família da igreja que havia perdido um ente querido pela morte, Paulo reconheceu o sofrimento deles. No entanto, ele os desafiou a não se entristecerem “…como os demais, que não têm esperança” (1 Tessalonicenses 4:13). Perdas e morte fazem parte da vida, mas os cristãos podem enfrentá-las, sabendo que nunca se despedem de outro cristão pela última vez. Podemos confortar uns aos outros (v.18) com a esperança da ressurreição e de um futuro reencontro.

 

Porque Cristo vive, a morte é triunfo — não tragédia.