Bem-vindo ao lar!

Bem-vindo ao lar!

Leia: Lucas 15:11-24 ; Êxodo 1–3; Mateus 14:1-21

…Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou… v.20

Neste artigo ressaltamos o Amor  Perfeito do Pai Celestial tem para conosco , independentemente das nossas escolhas, Deus nos ama como somos, independente de nossas escolhas erradas ou mesmo se merecemos. O amor do Pai por nós nos faz livres, respeita nossas escolhas, e simplesmente não diminui ou desaparece caso nos distanciemos Dele ou mesmo não acreditemos Nele.

 

Hoje especificamente reforçamos o amor entre pais e filhos, que é o mais próximo que podemos chegar do amor celestial. Nós amamos nossos filhos mais que tudo, e queremos o melhor para eles. Isso é exatamente o que o Pai quer para cada um de nós, Seus filhos. Ele nos ama, perdoa e tem misericórdia, e de todos os títulos que Ele possui, ele preferiu ser chamado de Pai, que é justamente como Seu amor é definido por nós.

 

O amor imensurável dos pais em relação aos filhos

Como pais, nós sofremos dobrado quando nossos filhos sofrem. Nosso coração incha quando vemos nossos filhos passarem por situações que poderiam ser diferentes.

 

Quem já não orou ao Pai quando um filho esteve criticamente doente para que aquela doença fosse transferida para nós? Eu já o fiz e conheço muitas mães e pais que dariam sua vida pelos filhos.

 

Da mesma forma, uma das maiores dores que uma mãe ou pai pode ter, é ver um filho sofrer porque fez uma escolha errada. Como pais, nós sabemos que ele não precisa sofrer assim se tivesse nos obedecido, ou simplesmente se lembrado do ensinamento quando precisou. Afinal, nós os ensinamos.

 

Quando nossos filhos estão crescendo, sofremos até mesmo com pequenas mentirinhas de criança. Nós os perdoamos e os avisamos para não repetirem o ato, e tentamos ensiná-los o correto a cada chance que temos para que o aprendizado fique arraigado em sua alma.

 

Mas um dia eles crescem. E o que não aprenderam conosco no convívio do lar, infelizmente aprenderão com a vida, que não ensina com a mesma paciência ou amor como um pai ou mãe o faria.

 

O que fazer se um filho escolher o caminho errado a seguir?

Henry B. Eyring, autor e doutor em administração educacional pela Universidade de Harvard, contou a história de uma avó que havia sido fiel a Deus por toda sua vida. Ela fazia uma longa viagem para visitar o neto na prisão, e, com lágrimas nos olhos orou a Deus: “Tentei viver uma boa vida. Por que tenho essa tragédia de um neto que parece ter destruído sua vida?”. A resposta do Senhor veio em sua mente e coração da seguinte forma: “Eu o dei a você porque sabia que você podia e iria amá-lo, não importando o que ele fizesse”.

Ninguém entende a luta com os pródigos melhor do que o nosso Pai celestial. A história do filho pródigo, em Lucas 15, é a nossa história e a de Deus. Jesus a contou pelo bem de todos os pecadores que, tão desesperadamente, precisam voltar ao seu Criador e descobrir o calor de um relacionamento amoroso com Ele.

 

Jesus é Deus encarnado nos avistando ao longe e nos observando com compaixão. Ele é Deus correndo a nós e nos envolvendo em Seus braços. Ele é o beijo de boas-vindas do céu ao pecador arrependido (v.20).

 

Deus não apenas deixou a luz da varanda acesa para nós, mas está ali, observando, esperando, e nos chamando para casa.

 

Nossos entes queridos não têm chance contra as nossas orações.

Texto adaptado de J. Sidlow Baxter e C. A. Ayres