O coração tagarela

O coração tagarela

Leia: 1 João 3:16-24; Êxodo 36–38; Mateus 23:1-22

…pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas. —1 João 3:20

Recentemente, li sobre um investigador particular nos Estados Unidos que batia numa porta, mostrava seu distintivo para quem a abrisse e dizia: “Acredito que não precisamos dizer a você porque estamos aqui.” Muitas vezes a pessoa ficava perplexa e dizia: “Como você descobriu?” E então descrevia um ato criminoso não descoberto, cometido há muito tempo. Ao escrever para uma revista, o jornalista Ron Rosenbaum descreveu a reação como “uma abertura para a força primitiva da consciência, o monólogo interno do coração tagarela.”

 

Todos nós sabemos coisas sobre nós mesmos que ninguém mais sabe — falhas, defeitos, pecados — que apesar de terem sido confessados a Deus e perdoados por Ele podem voltar para nos acusar vez após vez. João, um dos seguidores mui próximos de Jesus, escreveu sobre o amor de Deus por nós e sobre o chamado para seguir Suas ordenanças, dizendo: “E nisto conheceremos que somos da verdade, bem como, perante ele, tranquilizaremos o nosso coração; pois, se o nosso coração nos acusar, certamente, Deus é maior do que o nosso coração e conhece todas as coisas” (1 João 3:19-20).

 

Tal é a confiança que temos diante de Deus, por meio de Cristo. Não que possamos reivindicar qualquer coisa com base em nossos próprios méritos, mas a nossa capacidade vem de Deus. Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.

2 Coríntios 3:4-6

Deus, que sabe tudo sobre nós, é maior do que a nossa autocondenação. Confiar em Deus é a atitude mais acertada que um ser humano pode ter. Isto porque essa confiança nos dá segurança, alegria e força para enfrentar qualquer desafio que esteja na nossa frente.

 

Deus é fiel e bom, e nunca desampara nem abandona aqueles que confiam nele!

 

Aquele que recebe e segue os ensinamentos de Cristo nunca receberá a condenação de Deus.

 

Adaptado do texto de David C. Mccasland