Anjos brancos

Anjos brancos

Muito justa a comemoração. Dia da Enfermeira.
De fato as enfermeiras merecem ser lembradas em seu mister louvado, pois o bem que fazem é imenso, não só junto as hospitais, mas também, junto aos lares, às intituições, asilos e orfanatos.
As enfermeiras são heroinas anônimas. O trabalho desempenhado é grande e ininterrupto. Dia e noite. Noite e dia. Aguentam horas de sono atrasado. Alimentação, muitas vezes relegada a um plano secundário. Passeios suspensos. Vida em família, sacrificada. Horas de lazer inexistentes.
E, não bastasse isso, muitas vezes são as enfermeiras mal compreendidas por pessoas impacientes, ingratas, ou mesmo, maldosas.
Esquecem-se alguns de que as enfermeiras são humanas  e, como tal, merecem consideração, respeito, carinho.
Merecem elas nossa gratidão, pois, consolam, animam, alegram, mitigam dores, levando aos que sofrem um raio de sol, uma chama de esperança, um pouco de calor.
Ao adentrarem um quarto, o doente se anima, bastando-lhe um olhar, uma observação, um arranjar de travesseiro, um ajeitar de cobertas.
Precisamos enxergar nas enfermeiras aquilo que o são: Anjos brancos que minoram as penas dos que sofrem.