13 de janeiro de 2019

13 de janeiro de 2019

13 de janeiro de 2019

Todos consideramos um verdadeiro elogio quando dizem que temos muita personalidade.
Pois bem, a própria personalidade só se forma com o domínio de si mesmo, com vigor da vontade, que sabe recusar a muitas coisas a ser fiel a outras. Não se deve trair a própria consciência, porque, do contrário, seria como trair o próprio Deus.
Pelo contrário, considera-se um baixo insulto quando nos dizem que somos “covardes”; acontece que é preciso ter coragem, quando se quer adquiri uma  personalidade própria; a coragem que saiba dizer sim quando se deve dizê-lo, mas que não hesite para dizer não quando se pode dizer sim.
Ser valente, ser covarde; ter personalidade, não tê-la.
É a vontade que deverá dirigir-nos; mas essa vontade deve ser iluminada pelo entendimento e pela graça do Senhor. Devemos pedir essa luz e essa força e com elas lançar-nos às alturas, sem titubeios, sem medos, sem angústias der espécie alguma.

 

Se temos consciência de que somos filhos de Deus, essa consciência deverá dirigir todos os nosso atos. “Esta água prefigurava o batismo de agora, que vos salva também a vós: não pela purificação das impurezas do corpo, mas pela que consiste em pedir a Deus, uma consciência boa, pela ressurreição de Jesus Cristo” (1Ped 3,21)