17 de janeiro de 2019

17 de janeiro de 2019

17 de janeiro de 2019

É tão certo que somos filhos de nosso passado, como que somos pais de nosso futuro. Mas não é menos certo que nos convém muito mais olhar e recordar e ter presente que somos mais pais de nosso futuro, que filhos de nosso passado.
O passado deve ser recordado como experiência da vida, como ensinamento para nosso futuro, como lição de nossa história. Mas nunca será positivo recordar o passado, se isso contribui para a gente desanimar, para ser pessimista, para perder energias e entusiasmo.
O passado já não nos pertence; passou, e passou irremediavelmente e sem possibilidade de modificação: tal como foi, assim continuará sendo. Quanto ao futuro, não sabemos se será nosso e certamente ainda não é o que podemos fazer que seja desta ou de outra forma; e o presente é o que pode modificar nosso futuro.
Viva o presente, mas fixe a mente no futuro.

Está em suas mães construir um novo mundo e o fará se você se transformar num homem novo; é a graça que realizará em você essa transformação; “Vós, porém, não foi para isto que vos tornastes discípulos de Cristo, se é que ouvistes e dele aprendestes, como convém à verdade em Jesus. Renuncia à vida passada, despojai-vos do homem velho, corrompido pelas circunstâncias enganadoras. Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma e revesti-vos do homem novo” (Ef 4,20-24)