18 de janeiro de 2019

18 de janeiro de 2019

18 de janeiro de 2019

Quando nascemos, ainda não somos totalmente homens, pelo menos não somos os homens que devemos ser, que logo viremos a ser.
Temos dois nascimentos. Quando é nosso segundo nascimento?Quando chegamos a tomar consciência não do que somos, mas do que devemos chegar a ser; não do que desejamos, mas do que devemos desejar vir a ser.
Afinal de contas, o homem se faz à medida em que vai fazendo, que vai se esforçando por ser o que deve ser; se o jovem é o produto da criança, o homem é o produto do jovem; neste sentido, a criança é o pai do homem.
Não nos tornamos velhos quando já vivemos certo número de anos, mas quando vamos perdendo o entusiasmo por nosso ideal.
Chegaram a ser santos não os que começaram, mas os que continuaram e continuaram continuando; os que nunca se cansaram de continuar.

De pouco servirá a você entregar-se ao serviço de Deus se não perseverar nele, se vem a encontrar-se com Cristo, mas logo se afasta dele. O encontro deve ser definitivo, para nunca mais tornar a separar-se. “Aquele que põe a mão no arado e olha para trás, não é apto para o reino de Deus” (Lc 9,62).