19 de janeiro de 2019

19 de janeiro de 2019

19 de janeiro de 2019

Sem dúvida alguma, todos devemos morrer, mas nem todos morremos da mesma maneira.
Você deve viver de tal forma que, quando morrer, os demais chorem e você possa rir; triste e trágico seria se, quando você morresse, chorasse lágrimas, enquanto os outros se alegrassem.
A nobreza da vida não consiste nem no fato de nascer, nem no fato de morrer, mas no viver, na maneira de viver e naquilo para que devemos morrer. Não é o viver que fornece o índice de nossa vida, mas o sentido que sabemos dar à nossa vida. Por isso, na vida você não deve fazer o que lhe agrada, mas aquilo que mais tarde lhe agradará ter feito.
“Eu quisera” até hoje nada fez; “tentarei” tem feito grandes coisas; “quero” tem feito milagres. A vida é luta, mas luta é vida. A vida só decepciona os que não esperam bastante dela.

O verdadeiro sentido da vida é “ a Vida da graça”. São João explica muito bem este pensamento, quando diz: “Ora, a vida eterna em que te conheçma a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste” (Jo 17,3)”
“A vida está na vereda da justiça” (Prov 12,28).
“Quem tem a Deus – diz Teresa de Jesus – nada lhe falta”, Nós repetimos que nada nos assusta, se estivermos com Cristo.