Sejamos o evangelho vivo que as pessoas irão ler - Parte III

Sejamos o evangelho vivo que as pessoas irão ler - Parte III

2. SERÁ QUE AS PESSOAS SABEM QUE VOCÊ É UM CRISTÃO? SERÁ QUE AS NOSSAS ATITUDES SÃO TÍPICAS DE ALGUÉM QUE SE DIZ CRISTÃO?

Um exemplo de homem temente a Deus e que não se conformou com este mundo é Daniel. No capítulo 1 de Daniel, vemos que o rei Nabucodonosor estava à procura dos melhores homens para servirem na Corte. Daniel, Hananias, Misael e Mesaque foram escolhidos.

 

Daniel 1.8: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se”.

 

A comida e a bebida que Daniel recusou não eram preparadas de acordo com a lei e, provavelmente, eram consagradas a ídolos. Daniel decidiu não se envolver com o mundo. Daniel foi ousado e andou na contramão. Ele foi fiel a Deus.

Será que faríamos a mesma coisa no lugar de Daniel? Honraríamos a Deus? Ficaria claro para o rei que somos tementes a Deus? Imagine se seu patrão pedisse para você fraudar alguém, um cliente. Ou então se o professor substituto deixasse você colar na prova do professor que precisou se ausentar. Qual seria a sua reação?

 

 

Deus quer que sejamos santos, que sejamos separados do mundo. As pessoas saberão que somos cristãos com a nossa santidade e piedade.

Que sentido me faz dizer que torço pelo Palmeiras, mas me comporto como um torcedor do Corinthians? Visto a camisa do Corinthians, me sento na arquibancada do Corinthians no estádio etc. Se sou palmeirense, essa minha identidade deve ficar clara a todos. Do mesmo modo, se somos filhos de Deus, temos que vestir a camisa de Cristo e não a do mundo. De nada adianta dizermos que somos cristãos se nossas atitudes não demonstram isso.

 

Deus é glorificado em nossas vidas quando nossas atitudes, nossa identidade, influenciam outras pessoas e a nossa cultura. Jesus disse que devemos ser sal. O sal dá sabor ao alimento. Sem sal, o alimento fica sem graça, sem sabor. O que será do mundo sem nós? Nós, por meio da capacitação do Espírito Santo, somos os responsáveis em dar algum equilíbrio a este mundo caído e isso acontece ao andarmos na contramão.

 

Não é fácil andar na contramão, mas é bom. Como G. K. Chesterton disse uma vez: “Uma coisa morta pode seguir a correnteza, mas somente uma coisa viva pode contrariá-la”.

 

Ao andarmos na contramão, indica que estamos vivos, que estamos lutando. Ao andarmos na contramão, pessoas se esbarram em nós, mas é nessa circunstância que devemos deixar a marca de Cristo em outras pessoas. Nadar contra a correnteza impede que a correnteza cresça. Traz um equilíbrio.

1João 2.15 diz: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo”.